Só acordo com V. Setúbal pode "salvar" Ryan Gauld e André Geraldes




Esta é a opinião de Alexandre Mestre, advogado e professor de Direito do Desporto, publicada no site da revista Sábado.


Alexandre Mestre, especialista em Direito do Desporto, explica implicações legais deste caso Ryan Gauld e André Geraldes não podem representar o Sporting nem qualquer outro clube em Portugal caso o V. Setúbal não aceite a rescisão dos empréstimos de ambos até ao final do dia de hoje, 31 de janeiro, em que fecha o mercado de inverno. 

De acordo com o especialista, "apenas o 'mútuo acordo das partes' permitiria que os jogadores voltassem a ser inscritos e representar, nesta mesma época 2016/2017, o Sporting". Por outro lado, a possibilidade de rumarem a outro emblema - chegaram a estar em Chaves - só poderia acontecer caso houvesse um "contrato de subcedência do qual resulta a concordância do jogador e do clube cedente" ou uma "rescisão unilateral pelo jogador, sob invocação de justa causa".

Neste último caso, seria sempre o Tribunal Arbitral do Desporto a decidir se havia ou não justa causa, mas a poucas horas do fecho do mercado essa decisão viria sempre fora de horas. Por isso, Alexandre Mestre acredita que "não resta outra alternativa à SAD leonina – para evitar sanções disciplinares – e para os jogadores – para poderem jogar ainda durante esta temporada – senão o cenário de os jogadores serem cedidos temporariamente ou mesmo transferidos definitivamente a clube(s) estrangeiro(s)".

Autor: Sérgio Krithinas 
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