Mário Patrício pronto a avançar e com João Rocha JR


Antigo diretor das modalidades tem tudo preparado para anunciar candidatura hoje. E tem o filho do ex-presidente a seu lado. 


Aí está a terceira via nas eleições leoninas. Mário Patrício deve juntar-se já hoje a Bruno de Carvalho e Pedro Madeira Rodrigues na corrida à presidência do Sporting, nas eleições de dia 4 de março. Segundo fonte próxima do antigo diretor das modalidades, "ele decidiu avançar porque não se identificou com as outras candidaturas" e "conseguiu reunir os apoios necessários para fazer uma boa lista". Entre os apoios está o do filho do antigo presidente leonino João Rocha, com o mesmo nome - ele é o melhor amigo de Mário Jorge Paulino de Oliveira de Almeida Patrício. Aliás, convencer João Rocha a integrar a lista foi o primeiro e mais importante passo da candidatura, visto que o filho do antigo líder leonino sempre se mostrou avesso a seguir essa via. Mas agora aceitou o desafio do amigo Mário Patrício e será um dos candidatos a vice-presidentes nesta lista.

O DN tentou contactar Mário Patrício e João Rocha, mas até ao fecho desta edição não obteve respostas. Além de João Rocha, o provável candidato conta ainda com Diogo Matos, ex-jogador leonino e antigo diretor da Academia leonina. Outros dos nomes que pode ir com Mário Patrício é Tomás Froes, antigo diretor de marketing da Federação Portuguesa de Futebol, que já tinha sido apontado como potencial candidato, e ainda o advogado Tito Arantes Fontes, para a Mesa da Assembleia Geral. Mário Patrício, engenheiro, 46 anos, entrou para o Sporting para gerir a secção de andebol. E teve o primeiro cargo na estrutura leonina na direção de Filipe Soares Franco, em 2006, onde foi vogal com a pasta das modalidades e relação com as claques.

Depois, ocupou o cargo de diretor-geral das modalidades no mandato de José Eduardo Bettencourt e de Godinho Lopes. Foi ele, por exemplo, que liderou o processo de cedência dos terrenos, junto ao Estádio de Alvalade, para a construção do pavilhão. Apresentou a demissão, em 2013, quando decidiu ir a votos na lista de José Couceiro. Saiu derrotado e disse adeus ao clube, mas nunca desistiu da ideia de ir a votos. Sempre esteva na sombra, mas aos amigos mais próximos já tinha confessado o desejo de ser presidente dos leões um dia. E até costumava brincar com o facto de começar no andebol como Pinto da Costa, no FC Porto.

Atualmente trabalha na Câmara Municipal de Lisboa, como assessor do vereador Jorge Máximo, que tem o pelouro do desporto e a quem informou da intenção de ir a votos, mas ainda não tinha, até ontem, comunicado a decisão final - que será revelada hoje, garantiu fonte próxima ao DN. A 39 dias das eleições em Alvalade (4 de março), quem quiser ainda ir a votos terá de correr contra o tempo. As listas têm de ser entregues para validação até dia 2 de fevereiro. O antigo diretor das modalidade tem assim dez dias para apresentar lista, programa e assinaturas.

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